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Em viagens para cidades absurdamente turísticas tenho o hábito de comprar passes prioritários, pois além da economia, ainda fico dispensada de enfrentar as filas imensas nas principais atrações. 


Os passes costumam ser caros, o que muitas vezes faz com que o turista deixe de adquirir. Como sou uma rata de museus, bibliotecas, pinacotecas e monumentos históricos, acabam sendo economicamente interessantes. Regra geral possuem na lista de atrações vinculadas as principais do local, tornando-os quase que indispensáveis. 


Desde criança desenvolvi um gosto, digamos peculiar, por livros de história da arte, música clássica, objetos antigos, cristais, bibelôs e pequenas bugigangas - acho que um misto de heranças, talvez o que de mais forte meus pais tenham me passado de seus gostos pessoais. Fui criada ouvindo boleros, tangos, ópera e ouvindo malucos solfejando pela casa - confesso que me divertia muito com isso. E aquela infinidade de peças antigas e livros? Com o tempo fui descobrindo que são exigentes, requerem espaço, cuidados e as fui apelidando de "juntadores de pó". Duas mudanças depois, muitos ainda se encontram no depósito, encaixotados, pois resolvi levar uma vida um pouco mais leve. E esses gostares explicam o que virá a seguir, certamente. 

Jamais sonhei em conhecer Veneza, seus canais, suas gondolas. Não que não ache lindas as imagens tão difundidas da pequena cidade, mas acho lindas tantas coisas que não desejo adquirir ou conhecer e Veneza estava naquela listinha "se um dia for, fui". Já a Ná estava sempre querendo inclui-la em nossos roteiros e nessas férias foi o momento dela realizar seu desejo, e lá fomos nós, com duas mochilinhas, um ar descompromissado e o desejo de colher o que de melhor aquele lugar quisesse nos doar. E Veneza nos recebeu linda, mas nem por isso ganhou meu coração. Mas não pensem que inclui a bonitinha em nosso roteiro sem interesses pessoais, viu? Não sabia quantos passos me levariam ao hotel, mas sabia exatamente de quantas braçadas precisaria para realizar o sonho de conhecer Murano! 



Não pensem que me joguei a nadar, foi só uma figura de linguagem. Nos instalamos no convés de um Vaporetto e fomos curtindo o movimento das águas, os hábitos dos locais, navegamos, navegamos e desembarcamos na pequena e simpática ilha, de casas e objetos tão coloridos. 





Caminhamos bastante, por entre os canais, entramos em vielas, desembocamos em praças e, ao longo de todo o percurso, curtimos as belezas dos finos vidrinhos coloridos - cristais de Murano em todas as formas e cores. 




No último final-de-semana curtimos um pouco os prazeres da Serra Gaúcha, do aconchego da pousada, dos sabores da boa mesa e dos perfumes. E é aqui, nos perfumes, que entra a nossa loja preferida em Gramado, a Santho Aroma


Há anos fazemos compras na loja da rua Garibaldi, mas agora contam com uma filial na Rua Coberta - bem no centrinho de Gramado. Continuamos com nossa paixão e mais uma vez optamos pela loja tradicional, até mesmo pela facilidade para estacionar. 

A Santho Aroma é especializada em perfumaria de ambientes, com fabricação própria. Possuem grande diversidade de aromas, além de outros mimos. Um ótimo lugar para a aquisição de presentes. 


Confesso que não sou tão chegada assim em aromatizadores, mas me rendo rapidamente aos aromas de Capim-Limão e Canela que possuem. São deliciosos, marcantes, mas suaves. 


Minha sacolinha enche rapidamente - aromatizadores de varetas para todos os banheiros, refil, aromatizadores de lençóis, etc. A Naiá ainda complementa sua listinha com aromatizador para o carro - sou muito enjoada com perfumes, então evito. 


Dessa feita adquiri varetinhas em forma de flores, em madeira - as coloridas lembram as flores do cerrado, aquelas que amo adquirir em Brasilia, ao lado da Catedral. 

Além de toda a linha de aromatizadores, possuem um setor de presentes muito bonitinho, especialmente no que se refere a enfeites e utilidades para lavabos e banheiros - não tem uma visita que não queira algo novo.


Como compras para mim não costumam ser distração, quando gosto é porque gosto muito, mesmo, do local. A Santho Aroma nos acompanha há anos, é uma lojinha deliciosa e com um ótimo atendimento. Indicamos uma passadinha por lá! 





Minha Lisboa é para ser desbravada a pé, resvalando por suas ruas de pedrinhas lisas, descendo ladeiras - porque para subi-las vou de Elétrico, claro. E na última visita não foi diferente, tempo de largar as malas no hotel, uma caminhada até a Cervejaria Trindade para uma refeição e depois aproveitar a tarde de primavera para dobrar ruas, fotografar, curtir o céu azul e viver um pouco da cidade. 


E a cidade se mostra, se revela a cada esquina, gosta de ser fotografada, deixa que o sol dê tons as cores de seus azulejos e fachadas. Descemos do Chiado em direção ao Cais Sodré aproveitando a tarde fresca e ainda úmida de inicio de primavera, para conversar e planejar a vida - e como temos papo, sempre!  



Em Porto Alegre nem só de flores é invadida a praça na primavera, mas de muitas e especiais letras. Momento em que os gaúchos retiram os casacos e em despojados trajes de verão se juntam na Praça da Alfandega para cultuar o saber, as tantas letras e cores que ganham Vida em milhares de livros espalhados pelos estandes da Feira do Livro de Porto Alegre. 


A charmosa Praça no Centro Histórico da Capital, que agrega os mais importantes prédios históricos e de valor cultural da cidade, recebe por suas restauradas, floridas e modestas alamedas a estrutura que por uma quinzena dá abrigo as barracas de editoras de todo o país, que oferecem a mais variada gama de gêneros literários imaginável, além de tantas outras atrações que dão voz e forma a cultura brasileira. 



Dividida em espaços variados, como área infanto-juvenil, área internacional, de autógrafos, entre tantas outras, a organização aprimora a qualidade dos serviços oferecidos ano-a-ano. Os principais meios de comunicação da Capital ganham estúdios ao ar livre, de onde são transmitidos programas ao vivo e onde os transeuntes podem interagir com entrevistados e entrevistadores. 





Além da venda de livros, há espaço para muitas outras atividades culturais, como a Hora do Conto, Concertos Comunitários, apresentações de artistas locais, apresentações teatrais no Teatro Sancho Pança, além do número mega expressivo de sessões de autógrafos (previsão de que ultrapasse mais de 700 sessões). Embora o espaço físico tenha sido reduzido, uma vez que os trabalhos de revitalização dos armazéns do Cais do Porto foram iniciados, as atividades tradicionais foram mantidas. 




A 59ª Feira do Livro se integra as atividades da 9ª Bienal do Mercosul - com exposições nos prédios históricos situados na Praça. Assim, os visitantes circulam por ambos os eventos de forma gratuita e livre. 


Outras atividades que integram a agenda da Feira do Livro, eventualmente, deixam a Praça. Esse foi o caso do "Musical de Camelô", espetáculo musical de Nico Nicolaiewsky - dos Tangos e Tragédias, que teve sua apresentação na sala Dante Barone do Palácio Farroupilha (sede da Assembléia Legislativa do Estado), no último sábado. 


Não se pode deixar de referir que para quem está de passagem pela cidade, é uma ótima oportunidade de circular entre uma gama variada de atrações culturais do entorno, como a Casa de Cultura Mário Quintana, o Museu Hipólito da Costa e o novíssimo Memorial Érico Veríssimo.  Então, o que você acharia da idéia de iniciar suas atividades no Memorial Érico Veríssimo, seguido de uma caminhada e muitas compras pelas barracas da Feira do Livro, com visitinhas as exposições da Bienal, entre um suco no Santander Cultural e um cafezinho no MARGS, passando pelo Hipólito e encerrando as atividades culturais com um drink ao final da tarde curtindo o pôr-do-sol no bar do terraço da Casa de Cultura Mário Quintana? Pois bem, você tem até 17 de novembro para fazer esse simpático circuito cultural-literário no Centro Histórico de Porto Alegre. 


Se a caminhada por entre tantas bancas for cansativa, se apresse e garanta seu lugar num dos muitos bancos dispostos sob as sombras dos Jacarandas floridos. Já olhou tudinho? Certeza? No prédio da Caixa Econômica Federal há sempre exposições na galeria no térreo, além das obras de artistas locais que se posicionam tradicionalmente junto a entrada do prédio. 


Tenho que referir que o lema desse ano, espalhado em cartazes informativos e outros materiais de divulgação está "prá lá" de especial: 

"LER É PODER... saber
                             descobrir
                           realizar
                              influenciar
                             questionar
                                encantar"!! 

Bom, como costumo dizer, se você deseja encontrar alguém na cidade nesse período, o encontrará nos caminhos da Feira, especialmente aos finais de tarde. Já estive por lá em duas oportunidades nesses três primeiros dias e posso informar que já abasteci minha mesinha de cabeceira de autores como Cecilia Meireles, Claudia Tajes, Galeano, entre outros. Isso, é claro, aproveitando os ótimos descontos oferecidos pelas editoras e livrarias nesse período. Agora, se você gosta de garimpar, certamente encontrará excelentes opções nos balaios que se encontram junto aos estandes, com livros oferecidos a partir de R$ 2,00. 


Circulamos, circulamos e parece que as horas passam lentas, sossegadas. Será que é devido aos ponteiros do relógio da torre do Memorial do Rio Grande do Sul que teimam em permanecer inertes? 


Não poderia encerrar sem deixar registrada a tristeza pelo falecimento do Xerife da Feira, José Julio La Porta. Proprietário de uma banca de revistas na Praça, há 36 anos perambulava pelos corredores da Feira, tendo em mãos seu grande sino, que tocava ao inicio e ao final das atividades. Todos os anos o som de seu sino silenciava a Praça ao final de cada edição e como toda figura tradicional era ovacionado por frequentadores e expositores. Nos deixou na última semana, às vésperas de mais uma edição e não será substituído. Nesse ano, em sua homenagem, dezenas de crianças deram inicio às atividades tocando sinos pelas alamedas. 


Maiores informações sobre a localização dos estandes, agenda de autógrafos e espetáculos, visite o site: http://www.feiradolivro-poa.com.br/

O charme da simpática cidade que faz fronteira com o Brasil sempre se constituiu em proporcionar aos visitantes compras em free shops enfileirados na Avenida Sarandí, por onde todos circulavam sem pressa, curtindo dias de compras e de convivência com um pouco da cultura uruguaia. Intervalos para um café na Confiteria City, almoços e jantares nas parrillas distribuídas ao longo do percurso de poucas quadras. Pois isso começa a se alterar. 

Inaugurado há um ano, o Shopping Siñeriz começa a atrair boa parte dos turistas que chegam a fronteira do Brasil com o Uruguai, por Santana do Livramento. Afastado do tradicional centro de compras e da região hoteleira, o empreendimento conta com estacionamento para 700 veículos, uma vasta loja Siñeriz e Praça de Alimentação - a comodidade de encontrar num mesmo local grande parte dos produtos costumeiramente distribuídos em diversas lojas. 



O Siñeriz se apresenta como uma ampla loja, organizada por setores, que reúnem num único espaço uma infinidade de produtos - bebidas, vestuário, material de camping, cosméticos, perfumaria....



No que se refere a vestuário, calçados e equipamentos esportivos, o conjunto oferecido está organizado em setores de acordo com as marcas mais conhecidas. E são muitas, desde as tradicionais Lacoste, Tommy, Nike, Adidas, Reebok, até novidades como a Dudalina (com descontos de 30% e preços infinitamente mais acessíveis do que os praticados no Brasil). 


O Freeport Alcochete é o considerado o maior outlet da Europa, com 75.000m2 de área construída, contando com mais de 100 estabelecimentos comerciais e com conhecidas marcas do mercado, como Carolina Herrera, Adolfo Dominguez, Hugo Boss, Gant, Lacoste, Niike, Adidas, Burberry e Sansonite. Além de uma OutCat - A loja do Gato Preto e de uma unidade da Vista Alegre. 


As lojas oferecem descontos de até 70% sobre o preço normal. Há uma área de lazer, eventualmente com atrações especiais, além de opções de alimentação - bares e restaurantes (a noite havia apenas um quiosque com bebidas e salgadinhos). 


 

Compras, definitivamente não são minha especialidade. Mas como sabem das nossas visitinhas a fronteira com o Uruguai e estão sempre perguntando, resolvi complementar as informações sobre Aceguá - que havia dado nesse post AqUi, com as obtidas no último final de semana.
 
Continuo alertando que Aceguá não é um destino turístico, é um destino exclusivo de compras para aqueles que estão por perto, ou até para um bate-e-volta POA-Aceguá. Bem entendido? Mas vale a pena.
 
A cidade (melhor explicando, a pequena rua de terra) em nada lembra Rivera. Até poucos meses contava apenas com um free shop - o Neutral, além de algumas pequenas lojas: fármácia, veterinária, pneus e acessórios rurais. No último ano ganhou uma pequena loja Mauá, mas bem pequena. Bom, no último final-de-semana rumamos para poucas horas de compras na tarde de sábado e chegamos a pequena cidade no dia da Festa pelos 150 de Aceguá! Explicado o porque das motos lindas com as quais fizemos o trajeto até lá - o ápice da comemoração era o Encontro de Motos (motociclistas). Para um lugar tão ermo e sem brilho, o colorido das motos e a alegria do pessoal deu um tom especial a tarde ensolarada. Mas como isso não acontece todos os dias, vamos retornar às compras.
 
Como desejavámos apenas adquirir perfumes e algumas bebidas, além de produtos veterinários, rumamos sem nos atualizarmos sobre as novidades que poderiam ter surgido por lá (nunca há novidades por lá, pensamos nós). Fomos curtindo o Caminho dos Haras - BR 153, entre Bagé e Aceguá (agora o local recebeu finalmente sinalização). Ao chegarmos ao destino, qual a surpresa? Lojas novas!! Lá vai o cartão de crédito...
 


 
 
Na última noite em Barcelona fomos surpreendidas por um anúncio que nos intrigou, era uma Noite de Shopping em Barcelona? Desconhecíamos tal evento e fomos conferir.
A terceira edição do evento The Shopping Night Barcelona, organizado pela Associação de Amigos do Passeig de Gràcia, marcou a inauguração da iluminação natalina e da pista de patinação no gelo montada na Plaza de Catalunha. Os estabelecimentos comerciais abriram em horário extraordinário, das 20 horas à 1 hora da manhã. Mas não foi só isso.
 

Roma é uma cidade, antes de tudo – antes de suas ruínas famosas, de suas fontes, de sua arquitetura. É uma cidade que além de ser um Museu a céu aberto, de possuir os Monumentos mais visitados do Mundo ao longo dos séculos, possui muitos artistas e eles estão espalhados pelas ruas, por galerias, pela vida da cidade. Há música no metrô, há pintores pelas piazzas, há artesões pelas feiras.
Como já referi em outro post, ao visitar a cidade não possuía um roteiro organizado, sabia apenas que não poderia deixar de visitar algumas atrações conhecidas e imperdíveis. O restante do tempo usaríamos para perambular pelas ruas, pois tudo é lindo.
Em uma manhã, andando pela Via Lungotevere Marzio resolvemos entrar em algumas ruas e travessas próximas, já partindo em direção ao Pantheon. Ao chegarmos nas proximidades da  Via dei Pastini meus olhos foram atraídos pelo colorido e pela beleza do artesanato de uma loja, para onde nos dirigimos.
Havíamos encontrado a Fábrica de Brinquedos do Geppetto!!! Não propriamente é claro, mas foi essa a sensação. Estávamos na BARTOLUCCI – L’arte Italiana di Lavorare in Legno.



O Imposto sobre Valor Acrescentado (IVA) incide sobre produtos, variando em percentuais entre os países europeus – de 16 a 25%. Para os viajantes não residentes na União Européia foi instituído o regime de isenção do IVA, através do sistema de Tax Free.

O percentual de cobrança e restituição varia de país para país, assim como o valor mínimo de compras em uma mesma loja para a liberação do formulário ao cliente. Nos países que visitei em novembro as taxas e valores mínimos eram diferenciados: Portugal para compras acima de 62,35€, Espanha acima de 90,15€ e na Itália quando acima de 154,94€.

Em vista dos inúmeros pedidos, resolvi atualizar esse post (29/01/2013) e exemplificar em valores o reembolso do IVA, considerando os percentuais portugueses. Em Portugal a taxa de IVA é de 23% (calculado sobre o preço base), sendo que isso importa em 18,7% do valor final do produto (PVP - preço de venda ao público). Assim, considerando um produto de 180€: 180 x 18,7% / 100 = 33,66€ - que será a devolução para o turista.
Os estabelecimentos comerciais que aderem ao Tax Free normalmente possuem adesivo de identificação nas vitrines ou caixas. Mas cuidado, pois nem todos deixam isso visível e a melhor opção é sempre perguntar quando chegar ao caixa, no momento do pagamento. Efetuada compra acima do valor mínimo exigido em cada país, o estabelecimento emitirá um ticket que será grampeado a nota fiscal e depois de devidamente assinado será colocado em envelope próprio para ser encaminhado para reembolso.


No último final de semana tive que me deslocar para o interior do Estado. Aproveitando a deixa, estiquei um pouco (160Km) e fui a Aceguá fazer umas comprinhas Natalinas.
  
 
Aceguá está situada na fronteira Brasil/Uruguai, na região sudoeste do Estado do Rio Grande do Sul, há aproximadamente 60Km da cidade de Bagé - importante pólo pecuário do Estado. Para quem parte de Porto Alegre são 428 Km, primeiramente transitando pela BR 290 e após acessando a BR 153 no acesso secundário a cidade de Caçapava do Sul. As estradas se encontram em bom estado de conservação, mas são pedagiadas (em torno de R$ 30,00 ida-e-volta).

O comércio da cidade em nada lembra o de Riveira, na fronteira com Santana do Livramento e objeto de outro post nesse blog. Em Aceguá impera a simplicidade e o local só conta com dois free shops, duas lojas de pneus, uma agropecuária, uma farmácia e duas ou três lojas de conveniências. Não há restaurantes no local, apenas uma lanchonete no lado uruguaio e duas ou três no lado brasileiro. Logo, se a intenção é curtir o final de semana e badalar, vá para Riveira. Mas, se pretende apenas um bate e volta, especialmente para compras relacionadas a bebidas, roupas esportivas, perfumes e pneus, aproveite a proximidade com as cidades da região ou com Porto Alegre. Mas não se assuste ao chegar, porque se trata de um pequeno povoado, sem qualquer estrutura.











E o sonho de Luciana é uma Miragem de beleza e cultura encravada na cidade de São Francisco de Paula – São Chico para os íntimos, na Serra Gaúcha.

Numa visita despretensiosa a cidade, apenas para um almoço de sábado, me deparo com um belo espaço cultural no Centro da pequena e simpática cidade – Livraria Miragem. Não se trata de uma simples livraria, mas de um sonho realizado de uma professora de história aposentada e amante dos animais: Luciana Olga Soares.



O complexo cultural (quase 2 mil metros quadrados na rua principal de uma cidade que conta com pouco mais de 20 mil habitantes), além da livraria, possui uma casa de chá, galeria para exposições e um centro cultural, todos interligados. Por lá anda Dona Luciana, uma senhora simpática e hospitaleira. Filha de pecuaristas, solteira e sem filhos, certamente deixará a Livraria como o fruto de sua existência, fará História. Pelo pouco que soube sobre Luciana é uma idealista, amante de cachorros, que mora na área rural e não possuí televisão.



Nada como uma passadela em Rivera para umas comprinhas...
Das cidades fronteiriças que conheço, tenho predileção por Rivera, porque além das compras podemos curtir um clima portenho. São inúmeros Free Shops, além de uma infinidade de pequenas lojas de eletrônicos, bebidas, roupas, cosméticos e perfumaria. É um pequeno paraíso de compras, a dois passinhos do Brasil.


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