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Inaugurou há poucos dias o Espaço Unisinos na Nilo Peçanha, nº 1500. Anexo ao prédio universitário, o Espaço conta com inúmeras lojas e lounge externo, numa área muito agradável com mesas e ombrelones. 

Muito mais que um anexo da estrutura do campus universitário, é uma nova opção em entretenimento, com restaurantes, bares e cafés. 


Escolhi o Garden Pub, casa em parceria com a cerveja Eisenbahn e sob os cuidados do Chefe Lúcio. Fui conhecer na companhia de amigas na segunda-feira, e retornei ontem, para fazer a prova dos nove. 

foto de divulgação - Garden Pub


Gostei do estilo e do clima, já na chegada. Ambiente descontraído, com um trabalho visual legal e atendimento muito atencioso. O espaço ao ar livre conta com um pequeno palco para apresentações e mesas de confraria. 


O clima não estava apropriado para experimentarmos a área externa e optamos por uma mesa confortável, na parte interna. Pulamos as entradinhas, que parecem deliciosas, e optamos por pratos individuais. 




A conversa rolou solta, regada a chopp, caipirinha e refrigerantes. Os encontros com as meninas blogueiras - Laura, Ana e Denise, são sempre muito animados e legais. 

Os pratos estavam deliciosos e o visual de encher os olhos. 




Bom, no dia seguinte, retornei. 

Caipirinha, entrada e prato quente. 


Há diversas opções de entradas, compartilháveis. No caso, abacaxi com queijo coalho. 


Será que repeti o jantar anterior? Entrecot ao ponto, com risoto de queijo brie. 


Tudo delicioso, mas nada melhor que a sobremesa, a Taça Garden - sorvete, calda e bananas. 


O menu conta com muitas entradinhas, comidas de boteco com um toque especial, além de opções de dinner e brunch. 

foto de divulgação - Garden Pub

A parceria com a cerveja rendeu um cardápio cheio de dicas de harmonizações. Na dúvida, é só se guiar pelas indicações ou pedir uma dica para o pessoal da casa, pois percebi um trabalho de treinamento maravilhoso da equipe. 

Porto Alegre ganhou uma nova área de convivência e de entretenimento, com segurança e estacionamento, maravilhosa. Voltarei para conhecer os demais estabelecimentos e ir pulando de mesa-em-mesa, até escolher o meu preferido. 

Informações, horários e eventos na fanpage.





O Rio Grande do Sul sempre esteve de braços abertos para imigrantes, de todos os cantos do mundo.

Porto Alegre foi porto de passagem para muitos, antes de ganharem as estradas para alcançarem novas paragens pelo interior. Para outros, foi destino. Judeus, portugueses, italianos, alemães, japoneses, espanhóis, suíços e tantos outros.

Nos acostumamos com as entidades fundadas por esses imigrantes, no intuito de auxiliarem aqueles que chegavam e para manterem hábitos trazidos das origens. Sociedades e Clubes proliferaram pela capital, proporcionando para os moradores espaços maravilhosos de convivência esportiva e social. Em regra, essas entidades organizadas contavam com restaurantes, abertos ao público em geral. A Sociedade Filantrópica Suíça esteve estabelecida no bairro Moinhos de Vento, por muitos anos.


Hoje, no espaço e com um tanto de seu charme, encontramos um restaurante com ambiente muito agradável, espaçoso, em salões iluminados e com uma pequena área externa com mesas para serem aproveitadas em dias frescos, cardápio simples e acessível: o Ricalldone.

 foto de divulgação - Ricalldone


foto de divulgação - Ricalldone

O sistema é bem interessante. Oferece PFs deliciosos e, aos finais-de-semana, sempre há uma ou duas sugestões especiais.

Cardápio bastante enxuto, que o comensal é convidado a percorrer e ir escolhendo entre uma coisa e outra, até fechar o pedido. Entrada e prato principal, depois sobremesa e cafezinho para os mais gulosos.


A primeira escolha: caldinho ou salada?

Fico sempre com a  saladinha, cheia de cores e muito fresca. Escondida por entre folhas coloridas, uma pequena porção de uma salada de batata com maionese espetacular e já famosa por seu sabor.


Depois, o prato principal: carnes, frangos ou peixes, em três ou quatro versões.

Os acompanhamentos: arroz, feijão e a última escolha - batatas fritas ou legumes salteados?

Meu roteiro predileto: salada verde, entrecot mal passado e legumes.


Amigos elogiam muito o filé com champignons e o filé a parmegiana.



Concluída a etapa principal, que tal uma sobremesa? Sou da turma do pavê ou sorvete de creme com calda quente de chocolate.





Para quem ama, um expressinho antes de pedir a conta.

E a conta? Doce e suave.

Os preços são convidativos e, mesmo com sobremesa, um refrigerante e os 10% de taxa de serviço, não costuma ultrapassar R$ 45,00 por pessoa.

Meu caminho - para chegar é só subir a rua Dr. Vale (aquela do Jardim do DMAE), entrar na Santo Inácio e deixar o carro onde a rua faz uma curva, se encaminhar em direção a Escadaria do Morro Ricaldone, caminhar alguns metros circulando o edifício, curtir o entorno verde e subir as escadinhas. Até o endereço é um charme!





Informações:

Rua Joaquim Caetano da Silva, nº 55 - Morro Ricaldone
(na antiga Sociedade Suíça)
Moinhos de Vento - POA.  









Hoje teria almoçado no meu cantinho preferido em São Paulo mas, como estou em Porto Alegre, restou escrever sobre as delicias do simpático Tordesilhas. 


Nem posso dizer que o desejo tenha relação com o tempo, pois estive lá no último sábado. 

A casa possui mais de duas décadas de história, mas chegou em nossas vidas lá por 2012, creio. Já na primeira visita ganhou nosso carinho e, como a paixão é compartilhada com amigos, voltamos, sempre. 


Curtimos nos aventurar pelo cardápio. Já provamos carnes, aves e frutos do mar mas, como repetitiva que sou, tenho minhas preferências. Sinto não ter fotos de todos os pratos, pois o galeto assado com curau de milho chega na mesa que é um charme (além de delicioso). 

Ná já foi de barreado, aquele pratinho ao fundo. 




E quando os caminhos são doces? 

Rodar, desbravar estradas, curtindo os caminhos que nos levam aos destinos desejados sempre foram minha forma de deixar as viagens menos cansativas. Uma paradinha aqui, outra acolá, um pequeno desvio e as belezas e doçuras se mostram, nos encantam. 

A estrada que liga Porto Alegre às praias do litoral norte gaúcho possui trechos muito lindos, margeados por uma lagoa. Mais que isso? A mais doce parada de todas:



Não pesquisamos o que encontraríamos em Havana, quais lugares gostaríamos de conhecer e em quais restaurantes iríamos. Deixamos para desbravar no momento, arriscar. 

Luis não permitiu que saíssemos totalmente às cegas. Nosso anfitrião fez um tour por Vedado quando chegamos e nos apontou alguns lugares. Entre eles, o Café Presidente. 


Foi no Presidente que fizemos nossa primeira refeição em Havana (e a última, também). Local agradável, tranquilo, funcionários simpaticíssimos, ar condicionado potente, ao ladinho de onde estávamos hospedadas e com boa comida (e coca-cola, confesso). 


É um dos expoentes da onda contemporânea que invade Havana pelas mãos de novos empreendedores. Nada de tradição, cores tipicas ou artifícios turísticos. Um café como os existentes em qualquer lugar do mundo, comum. 


Numa zona cercada por vinhedos, por paisagens um tanto européias, há um castelinho como os dos contos de fadas: Castelo Lacave. 



Por séculos povos provenientes de todos os lugares migraram para o Rio Grande, onde já haviam índios, antes mesmo de outros serem importados. Dessa seleta de sangues e costumes se origina o gaúcho do século XXI, que se espalha pelas regiões, demarcando territórios, aqui e ali,  com costumes de um ou outro país. Por aqui há de tudo e em Caxias não seria diferente.






Fui adotada pela cidade, quando cheguei pequena lá das bandas da Campanha. Pelas ruas, parques e museus perambulei, mas foi nas mesas dos bares, botecos e restaurantes que conheci os sabores variados dessa terra, onde fiz amigos e onde jogo conversa fora e dou risadas, quase que diariamente. 


Gosto de partilhar da boa mesa e o faço com prazer. 


No Mochilinha Porto Alegre nunca teve vez, ficava lá nas Pitadas do Rio Grande, um tanto tímida. Já era hora de abrir os braços e se esparramar nesse espaço. 


Portinho ganha a aba "50 Sabores", que talvez se transforme em duzentos ou, quem sabe, não chegue nos trinta. O tempo nos dirá o quanto de aromas e sabores a cidade tem para mostrar ou, por outra, o quanto sou boa de garfo! 


Ao imaginar esse espaço, de cara, já escolhi o primeiro estabelecimento que pintará por aqui, aquele que está no coração há quase duas décadas. Quanto aos demais? Amores antigos, aqueles do coração, novos queridinhos e os que estão por chegar, pois esse Porto tão Alegre está cheio de novidades, de novas tendências e estabelecimentos. 


Quem topa acompanhar essa aventura? E o melhor, quem se arrisca a conferir in loco minhas dicas e depois dizer se estava certa?? 


Que venham as cores, aromas e sabores que traduzirão, de acordo com o meu paladar, a Capital dos Gaúchos para vocês. 









No post anterior coloquei as linhas gerais que envolveram nossa organização para a estadia em Havana e Varadero, Cuba. Nesse, falo um pouco da Casa de Margot, nossa casa em Havana. 

Luis nos levou diretamente para o apartamento de Margot, num edifico no cruzamento da Avenida 23 com a Avenida de los Presidentes, efetivamente no coração do Vedado.




Localização espetacular, distando algumas quadras do Habana Libre, Hotel Nacional e Malecòn, junto a uma linda praça e com uma infinidade de táxis passando na porta.




A mudança tardia em nosso roteiro pela Itália, quando substitui a estada em Capalbio por Assis, quase nos deixou sem hospedagem. Não havia percebido mas, na última hora, tentava reservar hotel para um domingo de Páscoa, numa cidade de peregrinação católica. 

Olha daqui, espia dalí e eis que surge Giotto Hotel & Spa, simpático e bem localizado. Seria ele nossa casa em Assis. 


Está situado no que chamam de bairro medieval, dentro dos limites da cidade murada, a apenas 200 metros da Basílica de São Francisco. 



Há coisas quase que inexplicáveis. A vida é repleta delas, em verdade, mas algumas beiram a loucura.


Uma amiga pede indicações de hotéis em Brasilia, planejando uns dias por lá, um tanto perdida no quesito localização, custo-beneficio e tantas outras dúvidas de quem apenas vê pela tv avenidas largas e ninguém caminhando pelas ruas. Fui tecendo observações acerca dos setores hoteleiros Sul e Norte, de minhas experiências e, ao final, digo para dar uma espiadinha no Mochilinha, para ver comentários e fotos sobre os nossos queridinhos. Em minutos ela retorna: não achei nada no blog. Como assim?

Gente, devo ter escrito e editado fotos em sonho, pois não há nada, nada em lugar algum. Amo BSB e tenho tido experiências felizes por lá, que recomendo. Então, escolhi o queridinho, para me redimir.


Manhattan Plaza Hotel, o que mais vezes nos recebeu ao longo dos anos. 




Colocamos o Rio de Janeiro em nosso roteiro para encerrar as estripulias em 2014, queríamos curtir um final de semana delicioso, preferencialmente com um céu azul e um sol aberto e com um pouco da vista da Cidade Maravilhosa ao alcance dos olhos. Sabíamos que os compromissos nos impediriam de deixar a cidade em dezembro, então fomos dar um alô para o Rio no final de novembro. Escolhemos nos hospedar no Rio Othon Palace, em Copacabana. 


Digo que na próxima mudarei de bairro, de ares, mas sou repetitiva, adoto um lugar e gosto de retornar, revisitar, andar por ruas conhecidas. Pronto, Copa entrou para a lista. Claro que isso não nos impede de explorar as cidades, mas na hora de relaxar, o bom é o conhecido, para aquela caminhada gostosa, especialmente a noturna. 



Vou contar uma historinha...

Estávamos no Rio de Janeiro, eu muito cética, tentando entender o que a cidade tem de maravilhosa (já contei em algum canto desse diário que não curtia a cidade, acreditem) e escolhendo o lugar para nosso primeiro almoço, numa manhã de sol aberto. Sábado, o povo animado na ciclovia, tomando as areias escaldantes, poucos corajosos se jogando nas águas geladas de Copacabana. 

Estremeço: anúncio de feijoada no restaurante do Othon, convidativo. Olho para o lado e lá está a Ná, sorridente, com aquela carinha de que isso é o maior desejo da minha vida, sabem? Aff, feijão - como Deus alguém curte comer feijão?!! 

Lançou mil argumentos, de como seria maravilhoso almoçarmos no 30º andar, com uma bela vista da cidade, de como deveria ser delicioso comer os tais grãozinhos pretos e, como última tentativa, que ligaria para saber o que ofereciam no cardápio que pudesse me convencer. Meus argumentos? Que não havia razão para me fechar num cubo perto do céu, num restaurante que se diz internacional, quando tudo o que desejo é o som das ondas, o pé na areia e a brisa marinha bagunçando meu cabelo rebelde. Venci, as calçadas de Copa ganharam nossos passos lentos e serenos, cheios de sossego e falta de pressa. 

Enquanto respirava aliviada, via os dedinhos serelepes no smartphone e, finalmente, uma carinha feliz, aquele sorriso lindo, aberto. "Encontrei", dizia ela, alegrinha. Pertinho, num lugar cheio de cores, serviam a tão desejada feijoada, mas tinham moqueca baiana e bobó de camarão, avisava. 

Fomos curtindo as sombras, passos curtos, muito papo, até chegarmos no Brasileirinho. Simpático, pensei. 


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